Giovanni Paroschi e o estrategista educacional Heyder Bartz continuam com mandados de prisão preventiva
A Operação Gutenberg, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na terça-feira (7), continua à procura de Giovanni Paroschi Jafar, que se tornou o quarto integrante da família Paroschi Jafar alvo da investigação. Além dele, também permanece com mandado de prisão preventiva pendente de cumprimento do estrategista educacional Heyder Bartz, conforme consulta ao BNMP (Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões).
A Operação Gutenberg, deflagrada pelo Gaeco na terça-feira (7), segue à procura de Giovanni Paroschi Jafar, quarto integrante da família Paroschi Jafar investigado, e do estrategista educacional Heyder Bartz, ambos com mandados de prisão preventiva pendentes desde 24 de junho de 2026. A operação cumpriu 16 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão em cidades de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás.
Com Giovanni, quatro membros da mesma família passaram a figurar entre os investigados na operação. Já foram presos a cirurgiã-dentista Rossana Paroschi Jafar e os filhos Olívia Paroschi Jafar e Felipe Paroschi Jafar. Giovanni é o único membro da família que ainda não foi localizado pelas autoridades.
Conforme apurado pelo Notícias Campo GrandeGiovanni Paroschi Jafar é sócio-administrador da Bold Tech Ltda, empresa sediada na Rua Antônio Maria Coelho, em Campo Grande, cuja atividade principal cadastrada é a impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas.
O outro investigado que ainda não teve o mandato cumprido é Heyder Bartz, que se apresenta nas redes profissionais como estrategista educacional e diretor executivo de projetos voltados para a área de educação. Em seu perfil público, afirma atuar na liderança de iniciativas que unem inovação, desenvolvimento de metodologias e mentorias.
Os mandados de prisão preventiva contra Giovanni e Heyder foram expedidos pelo Núcleo de Garantias de Campo Grande e constam no BNMP com pendência de cumprimento desde 24 de junho de 2026.
Na decisão que autorizou as prisões, o Judiciário decidiu ter requerido suficiente da participação dos investigados nos crimes apurados, entendendo que a medida é necessária para garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal.
A Operação Gutenberg foi deflagrada para cumprir 16 mandados de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho e Porto Murtinho, além de São Paulo (SP) e Abadiânia (GO). Até a tarde de quarta-feira (8), o Ministério Público de Mato Grosso do Sul informou que as ordens judiciais ainda não foram integralmente cumpridas.
Entre os presos identificados estão o ex-coordenador estadual de Regulação Assistencial Ed Carlo Britto Burgatt, a filha dele Jessyka Duarte Burgatt, a cirurgiã-dentista Rossana Paroschi Jafar, os filhos Olívia Paroschi Jafar e Felipe Paroschi Jafar, o empresário Joatan Gomes Peixoto, proprietário da Editora Avante, o filho dele Matheus Oliveira Peixoto, Francisco Anizio dos Santos, Paulo Rogério de Melo e o filho Douglas Henrique de Melo, além dos advogados Geancarlos Leal de Freitas e Gabriel Taquino de Paula.
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