A Defesa de Heyder Bartz informou que ainda não teve acesso formal à decisão que decretou sua captura

Defesa de investigado fala em buscar a verdade real após mandado de prisão
Equipes do Gaeco serviram no Core (Complexo Regulador Estadual), localizado na Avenida Afonso Pena, no Centro, durante diligências na manhã de terça-feira (7). (Foto: Geniffer Valeriano)

Com mandado de prisão em aberto relativo à Operação Gutenberg, o publicitário Heyder Bartz encaminhou nota à imprensa através de sua advogada, Beatriz Pontes Navarini, informando que ainda não teve acesso formal à decisão que decretou sua captura. A diz defesa que por conta disso, ainda não foi possível “tomar ciência de seus fundamentos exatos”.

O publicitário Heyder Bartz, alvo da Operação Gutenberg com mandado de prisão em aberto, informou por meio de seu advogado que ainda não teve acesso formal à decisão judicial. Afirma a defesa ter contatado as autoridades e que Bartz está à disposição da Justiça. A operação cumpriu 16 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão em municípios de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás.

Pondera, entretanto, que já entrou em contato com as autoridades que conduzem o caso e que Bartz está à disposição da Justiça. Ao procurar o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), advogada diz na nota que uma intimação chegará posteriormente.

Por fim, destacou que há o compromisso de buscar a “verdade real” confiando que “quaisquer excessos ou equívocos serão devidamente sanados perante o Poder Judiciário”.

Heyder Bartz se apresenta nas redes profissionais como estrategista educacional e diretor executivo de projetos voltados para a área de educação. Em seu perfil público, afirma atuar na liderança de iniciativas que unem inovação, desenvolvimento de metodologias e mentorias.

A Operação Gutenberg foi deflagrada para cumprir 16 mandados de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho e Porto Murtinho, além de São Paulo (SP) e Abadiânia (GO). Até a tarde de quarta-feira (8), o Ministério Público de Mato Grosso do Sul informou que as ordens judiciais ainda não foram integralmente cumpridas.

Entre os presos identificados estão o ex-coordenador estadual de Regulação Assistencial Ed Carlo Britto Burgatt, a filha dele Jessyka Duarte Burgatt, a cirurgiã-dentista Rossana Paroschi Jafar, os filhos Olívia Paroschi Jafar e Felipe Paroschi Jafar, o empresário Joatan Gomes Peixoto, proprietário da Editora Avante, o filho dele Matheus Oliveira Peixoto, Francisco Anizio dos Santos, Paulo Rogério de Melo e o filho Douglas Henrique de Melo, além dos advogados Geancarlos Leal de Freitas e Gabriel Taquino de Paula.

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