Acidente ocorreu na tarde desta sexta-feira (17) e não deixou feridos; Corpo de Bombeiros esteve no local

Motorista avança ‘Pare’, bate em carro e provoca capotamento em índices
Corpo de Bombeiros atendeu ocorrência nos cruzamentos das ruas Eduardo Santos Pereira e Alagoas (Foto: Maya Severino)

Acidente entre dois carros terminou com um veículo capotado na tarde desta sexta-feira (17), no cruzamento da Rua Alagoas com a Avenida Eduardo Santos Pereira, na região central de Campo Grande. Apesar do impacto, ninguém ficou ferido.

Um acidente entre um Toyota Corolla e um Hyundai HB20 deixou um veículo capotado na tarde desta sexta-feira (17) nos cruzamentos das ruas Alagoas e Eduardo Santos Pereira, no centro de Campo Grande. Ninguém ficou ferido. O condutor do Corolla atribuiu o acidente à sinalização encoberta por árvores. Moradores relatam acidentes frequentes no local e pedem melhorias. A Prefeitura e a Agetran foram consultadas, mas não responderam até o fechamento da reportagem.

A batida ocorreu por volta das 16h33 e envolveu um Toyota Corolla e um Hyundai HB20, ambos de cor prata. Com as peculiaridades, o HB20 tombou sobre a lateral e teve o airbag acionado. Já o Corolla ficou com a parte dianteira completamente destruída.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o Corolla seguiu pela Rua Eduardo Santos Pereira quando colidiu com o HB20, que trafegava pela Rua Alagoas. Com o impacto, o HB20 capotou. Nenhum veículo era um condutor e o filho de 16 anos. Apesar da força da batida, todos os envolvidos foram conscientes e orientados, sem danos, e o acidente ocorreu apenas em danos materiais.

Um motorista do HB20, de 45 anos, estava acompanhado do filho, de 16 anos. Ambos não quiseram se identificar. O motorista do Corolla, Leonardo Zanibole, de 21 anos, também saiu de ileso.

Segundo os bombeiros, os envolvidos foram abalados com o acidente. Equipes do Corpo de Bombeiros responsáveis ​​no local até a chegada da Polícia Militar de Trânsito, responsáveis ​​pelos procedimentos e pela remoção dos veículos.

O motorista do Corolla atribuiu o acidente à dificuldade para visualizar a sinalização de parada obrigatória. Segundo ele, a placa de “Pare” está coberta pelas árvores. “Na minha percepção, a placa de ‘Pare’ está encoberta pelas árvores. Eu segui pela avenida e achei que a preferência era minha, então continuei. Costumo passar por aqui relatado, cerca de uma vez por mês”, afirmou.

Ao Campo Grande News, Leonardo relatou que ainda tentou evitar as questões. “Quando percebi que ia bater, freei o mais rápido que pude, mas não deu tempo. Cheguei a evitar atingir um primeiro carro, que conseguiu passar, mas acabei atingindo o HB20. Graças a Deus ninguém se machucou. Foi apenas um grande custo e prejuízo material.”

Ele também pediu melhorias na sinalização dos índices. “Só peço para sinalizarem essa via melhor. Quem não conhece pode fazer o mesmo e pode ser pior”, disse o condutor do Corolla. O motorista do HB20 preferiu não conceder entrevista.

Falta de sinal – Quem trabalha na região afirma que os acidentes são frequentes no ranking e atribui o problema à sinalização deficiente. A gerente de um próximo comércio, Karla Thaler, de 30 anos, conta que moradores já solicitaram à Prefeitura a instalação de um semáforo.

“A situação aqui é muito complicada. A gente já fez um pedido para a prefeitura instalar um semáforo, porque acontece acidente aqui toda semana, todo mês. Inclusive, hoje teve essa batida bem feia que vocês estão vendendo e, anteontem, aconteceu outra praticamente igual”, disse Karla.

Segundo ela, as placas de parada obrigatórias estão parcialmente cobertas pela vegetação e a pintura horizontal praticamente isolada. “A sinalização é muito ruim. As duas placas de ‘Pare’ estão atrás das árvores e a pintura no chão está apagada. A Avenida Eduardo Santos Pereira é preferencialmente em toda a extensão, até chegar à Rua Rio Grande do Sul. O único ponto onde isso muda é aqui, na Rua Alagoas. Muita gente vem achando que continua na preferencial, passa direto e acaba provocando acidentes”, comentou Karla.

Ó Notícias Campo Grande Entrei em contato com a Prefeitura de Campo Grande e com a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) para questionar as condições de sinalização no cruzamentos e se previsão há de reforço, como poda de crescimento, revitalização da pintura de solo ou outras intervenções. A reportagem aguarda o retorno.

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