Segundo a corporação, os policiais cumpriram um mandato de busca e apreensão nesta quinta-feira
A Polícia Federal apreendeu, nesta quinta-feira (9), 300 munições, duas pistolas e um fuzil durante a Operação Guardiões de Fogo, em Campo Grande. A ação tem como objetivo combater a posse ilegal de armas obtidas por meio de fraude no processo de concessão do registro de CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador).
A Polícia Federal apreendeu 300 munições, duas pistolas calibre 9 milímetros e uma fuzil calibre .22 durante a Operação Guardiões de Fogo, em Campo Grande, nesta quinta-feira (9). A ação combate a posse ilegal de armas obtidas por fraude no registro do CAC. Um suspeito teria usado documentos irregulares para roubar conforme critérios legais e obter o certificado de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador.
Segundo a corporação, foi cumprido um mandato de busca e apreensão na Capital. As investigações apontaram que o suspeito utilizou documentos irregulares para obter o registro do CAC, burlando as exigências previstas na legislação.
Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais apreenderam 300 munições, duas pistolas calibre 9 milímetros, uma fuzil calibre .22 e outros materiais de interesse para a investigação.
Para obter o Certificado de Registro e se tornar um CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) no Brasil, o interessado deve cumprir uma série de critérios previstos na lei.
Entre eles têm mais de 18 anos, comprovam idoneidade por meio de certificações negativas de antecedentes criminais, apresentando laudo de exclusão psicológica, certificado de capacidade técnica para o fornecido de armas de fogo e prescrição da atividade que pretende exercer. Também é necessário pagar um imposto federal para emissão do registro.
O registro permite ao cidadão adquirir e manter armas de fogo e munições dentro dos limites estabelecidos pela legislação, além de exercer atividades de coleção, tiro esportivo ou caça autorizada. No entanto, o processo exige a apresentação de documentação verdadeira e o cumprimento rigoroso dos requisitos legais.
Segundo a Polícia Federal, no caso investigado em Campo Grande, o suspeito teria utilizado documentos irregulares para obter o registro de CAC de forma fraudulenta, o que motivou a operação nesta quinta-feira (9).
