SÃO PAULO, Brasil: Os promotores do Rio de Janeiro disseram em 15 de julho que 22 pessoas foram acusadas de administrar uma sofisticada rede de lavagem de dinheiro para grupos criminosos brasileiros, enquanto a polícia realizava operações nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.
O Grupo de Ação Especial contra o Crime Organizado (GAECO) disse que a rede movimentou milhões de reais por meio de empresas de fachada recém-criadas. Utilizou métodos como depósitos estruturados e contratou contadores para ocultar a origem do dinheiro ilegal.
A mídia local, incluindo a CNN Brasil e o portal de notícias G1, informou que o grupo era suspeito de lavagem de dinheiro para três quadrilhas criminosas diferentes.
Quando questionado sobre estas denúncias, o Ministério Público disse que a investigação ainda estava em curso e mantida sob sigilo para identificar novos suspeitos.
Os promotores também disseram que alguns dos suspeitos eram cidadãos libaneses.